quinta-feira, 16 de maio de 2013

 

 Pedi a Deus um concelho
Para ter sempre alegria
Deus mostrou-me a terra e disse
Trabalha, semeia e cria

 Amigos vou-vos falar
Daquilo que já sabeis
Da arte do lavrador
Que vós todos conheceis

 Abençoado lavrador
Que deita à terra a semente
E trabalha todo ano
Para o bem de toda gente

 Estas palavras sinceras
Já dizem toda a verdade
O lavrador que trabalha
Para toda a sociedade

 Trabalham de sol a sol
P`ra sua vida ganhar
Na incerteza de colher
Se o tempo não ajudar
Quando vem o S. Miguel
Começa a correr boato
Querem comer e beber
Mas querem comprar barato

 Maximino Freitas, fornelense, poeta e agricultor

 

 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

13 de Maio



 Maria
Senhora cheia de liberdade
O teu sim
Sinal de maternidade
Trouxe Luz à humanidade

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Festas na aldeia



As aldeias de outros tempos,
Eram sítios mágicos para morar
Não precisávam sair
 Pois nos vinham visitar

 Foi assim com o cinema
Com o pano a dar a dar
Na horta da prima Alice
Pra nós se veio mostrar

José Lito tão bonito
Começava a entortar
Bastava uma leve brisa
Para nos arreliar
II
Ao final de outro dia
Sem ninguem estar a contar
Ouviu-se uma grande festa
Dando alegria ao lugar

 Fomos ver
O circo estava a montar
Palhaços pantomineiros
Arrecadavam sorrisos
Com as caras a brilhar

 Nildita
 A boneca de borracha
 Tivemos que lhe chamar
Por apanhar bem moedas
Com as costas a vergar

F.M.

 

 

sábado, 4 de maio de 2013

Maio

 
Aqui no sítio onde vim morar
No mês de Maio
Quando o dia está acabar
Ouvem-se as Avé Marias
Na torre da Igreja a tocar
Chamando pelo povo
Para ir rezar
À Virgem Maria
Que está no altar
A representar
A que está no céu
Junto do Altíssimo
A intermediar
Pelo povo de Deus
Que se quer salvar



Assim num país distante
que fui visitar
 Ao toque da Trindade
daquele lugar
Uma voz de trovão
ao longe
Melodiosa se ouviu cantar

  Pé ante pé
Sempre a caminhar
Dirigi-me em direcção
Ao som que voava pelo ar
Para espreitar
De quem era a voz
Que estava a escutar

Ao fundo a contrastar
As casas eram mais pobres
Naquele lugar
Através da porta
Pude observar
Um homem debruçado a orar
Enviando ao Universo
O seu lamento
 Onde está Deus
Na terra, no céu em todo lugar

 Por qualquer razão
Aquele louvor
Que chegou a meus ouvidos
Depois a meu coração
Me fez lembrar
Das vozes de Maio
Que ao crepúsculo
Vão louvar
Maria
Mãe de Jesus Cristo
Elevando suas preces
Que em uníssono se dissolvem
Como incenso a esfumaçar
Enquanto a alma
Nesse instante
Permanece a descansar

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vamos ajudar Rosinda

Este sábado dia 4 de Maio pelas 17 horas, vai decorrer um jogo de futebol no Estádio Municipal de Fafe, a favor da causa da Rosinda.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mostra etnográfica-A Memória e a gente

Movidos por sentimentos nobres
 de partilha e generosidade,
passaram diante dos nossos olhos
 os inspiradores, das grandes obras literárias da nossa humanidade





sábado, 27 de abril de 2013

IV Jornadas Literárias de Fafe

 A freguesia de Fornelos, tambem marcou presença com a sua barraquinha, onde não faltaram bons petiscos e o saboroso bolo de milho, uma das muitas especialidades gastronómicas da nossa região, na grande Festa Fafense, que decorreu hoje dia 27 de Abril, no centro da cidade no decorrer das 4ª Jornadas Literárias de Fafe.