Fotos e texto: Filomena Magalhães
sábado, 19 de janeiro de 2013
Oração
"Deus, nosso Divino Pai e Criador, por favor, ande pela minha casa e tire todas as minhas preocupações e doenças e por favor vigie e cure a minha família. Amém".

Fotos e texto: Filomena Magalhães
Fotos e texto: Filomena Magalhães
sábado, 12 de janeiro de 2013
Cantares de Reis
Ano após ano, com renovada alegria, vivemos na nossa
comunidade a festa natalícia de cantar os Reis, como em outros tempos nosso pai
vivia. Perde-se nos tempos e faz parte da memória do povo deste lugar, este
costume antigo feito por gente humilde que de porta em porta nos vêem saudar.
Aos donos das casas e a seus familiares oferecem canções e quadras relacionadas
ao nascimento do Menino Jesus, que nasceu em Belém para todos salvar. Com o
surgir das novas tecnologias e as posses das famílias com mais dinheiro para
gastar, está em desuso por parte das crianças, que décadas atrás eram os
primeiros a sair à rua para cantar e dar vivas ao patrão da casa, à família e
ao Menino filho de Maria. “Nós aqui vimos cantar os Reis, dar boas festas como
todos bem sabeis, como patrão não há igual, viva o Menino lá na noite de
Natal.”
Em Fornelos, felizmente a tradição continua a cargo das
associações que, actualmente são os mensageiros que percorrem a freguesia de
casa em casa a saudar as famílias e a levar a boa nova do nascimento do Menino
Jesus. Este ano, a missão de cantar os Reis está a cargo do Grupo Coral de
Adultos e do Grupo Coral Juvenil de Fornelos, que trouxeram até nós com amizade
e generosidade o canto eterno que nos fala do amor e da luz que conduziu os
reis Magos até junto de Jesus. Um bem-haja a todos os que de forma singela dão
forma a esta tradição tão pura e sempre bela. Com estas associações, cujas
actividades assentam na partilha e solidariedade, devemos ser generosos, e, na
medida do possível ajudar, dar o nosso melhor contributo para que possam
angariar fundos para poderem fazer face às despesas que têm ao longo do ano.F.M.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Estrela
Em Dia de
Reis,
com a lua no
céu a minguar,abri a janela,
a estrela guia,
que ajudou os magos e pastores,
a Jesus Menino encontrar.
Lhe pedi
Que brilhasse para mim
No seu reflexo
Me quero iluminar
domingo, 23 de dezembro de 2012
Concertos de Natal
Concertos de Natal pela Orquestra e o Coro Juvenil da Banda
de Golães
A Orquestra e o Coro Juvenil da Banda de Golães realizaram,
como vem sendo tradição na época natalícia, mais uma série de concertos de
Natal. O Coro e a Orquestra Juvenil atuaram, sob a direção artística de Tiago
Ferreira, ao longo deste mês de Dezembro na Igreja da Lagoa (Confraria da Srª
das Neves) e no Mosteiro de S. Torcato, em Guimarães.
Foi há mais de uma dezena
de anos que a Orquestra Juvenil da Banda de Golães se apresentou ao público
numa noite fria de inverno, numa festa de Natal organizada pelos professores e
alunos numa escola da freguesia de Cepães. Era grande a expectativa de quantos
se dirigiram a essa localidade para assistir ao início de mais um projecto que
veio a enriquecer ainda mais a nossa já longa tradição musical. Ao regressar
para a nossa casa com o espírito natalício a pairar no ar, fomos levados a
acreditar no novo projecto musical acabado de criar. Agradecemos aos jovens
músicos, aos pais e professores pelo trabalho desenvolvido ao longo de todos
estes anos, em prol da cultura da nossa terra, dando o seu contributo para o
enriquecendo do nosso patrimônio musical. Muitas felicidades. Ficamos à espera
de muitos sucessos.
Filomena Magalhães
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Parabens Senhor Felix
O Senhor Félix que escolheu a o lar Cónego Leite de Araújo para usufruir da boa qualidade dos serviços permanentes que a Instituição lhe oferece completa hoje dia 21 de Dezembro100 anos de vida.
Parabéns Senhor Félix
A Misericordia de Fafe celebrou os 150 anos da sua existência em 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Feliz Natal
Nessa noite de Natal, a família que à volta da mesa de Consoada se tinha reunido, já algum tempo a seus aposentos
se havia recolhido. Só o médico, a quem o sono teimava em não pegar, andava
pelos corredores da casa de um lado ao outro a meditar, pensando nos doentes
que tinha a seu cargo para tratar, sem ter um hospital, onde os pudesse
abrigar. A noite avançava devagar, quando já cansado, parou junto à janela
desviando o cortinado para espreitar, a estrela que na noite de Natal leva
muitos a olhar o céu na esperança de encontrar. Sentia o ar a sair pelas
narinas para logo de seguida na vidraça se projectar, quando aos poucos foi
sentindo uma ideia nova a chegar, levando o seu semblante tristonho já desde a
hora do jantar, se voltasse novamente a iluminar. A ideia, ao se instalar,
correu para junto do coração onde de mansinho começou a sussurrar. “Pede ajuda
a teu filho que vive do outro lado do mar, a quem os negócios têm corrido bem e
se tem visto prosperar. Ele não te vai dizer que não! Com toda a certeza te irá
ajudar!” Sentindo que aquela ideia o estava a animar, foi ao escritório, para
anotar, antes que porventura se pudesse extraviar. De seguida deitou-se na
cama, deixando-se levar pelo sono que entretanto acabara por chegar. Na manhã
seguinte, ao acordar, depois de se arranjar, antes de aos convivas se juntar,
meteu a ideia na algibeira, dirigindo-se ao jardim, à luz clara da manhã a
queria analisar. Sentado num banco, com o sol por entre as folhas da japoneira
a espreitar, ficou largo tempo a imaginar o novo hospital já a laborar, até
que, a voz da esposa, da janela se ouviu chamar, a dizer que viesse, o almoço
de Natal já estava a esperar. Levantou-se devagar, mas, antes do jardim
abandonar, parou por instantes. Ali, naquele lugar, jurou a si mesmo, aquela
ideia fortemente abraçar. Em tempo oportuno, a faria a seu filho chegar, que
ficaria muito feliz por poder colaborar.
Depois de esse dia passar, o nosso médico pode constatar que
a ideia não o andara a enganar, a ajuda depressa começou a chegar, das terras
brasileiras de além-mar, e as obras poderiam começar. Entretanto, muita
diligência houve a tratar, muito teriam que trabalhar, até ao dia em que no
novo hospital se pudessem instalar. Mas, nunca em momento algum, passou pela
cabeça à comissão de obras que entretanto se tinha vindo a formar, abandonar o
projecto de concluir o hospital, para a população de Fafe ajudar. Dizem, que
quando as obras do hospital estavam prestes acabar, vieram todos em grande
pompa para o inaugurar. Alguns foram a Lisboa a El-Rei buscar a carta de foral
para a obra coroar. Depois, com as instalações a funcionar, com médicos,
pessoal auxiliar, foi arregaçar as mangas para cuidar dos velhinhos, dos
doentes e das meninas sem lar. Convidaram a confraria da Senhora da Misericórdia,
para administrar. Com novas condições para trabalhar, mais facilmente poderiam
praticar as catorze Obras de Misericórdia que Jesus Cristo na sua passagem pelo
mundo tinha andado a ensinar.
Em tempo de celebrar, foi esta a história de amor que trouxe
para contar.
FELIZ NATAL
Foto e texto filomena magalhães
Subscrever:
Mensagens (Atom)
