A XXI edição do Encontro de Coros de Música de Natal, organizado
pelo pelouro da cultura da Câmara Municipal de Fafe vai realizar-se este sábado dia 15
de Dezembro com início previsto para as 21 horas no Pavilhão Multiusos. Este evento, ligado
às paróquias e colectividades do concelho, foi desde o seu início, muito participado e acarinhado pelo
público em geral. aguarda-se mais uma vez, que grande número de Fafenses, se reuna no
Pavilhão Multiusos, para celebrar mais esta grande
Festa de Natal.
sábado, 15 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
VIII Encontro de Coros de Natal - Lagoa, Fafe
Na tarde de Domingo, dia 9/12/ 2012, o VIII Encontro de Coros de Natal foi realizado pelo Grupo Coral da Confraria da
Senhora das Neves. A este evento, associou-se um grande número de pessoas
participantes e apreciadores desta variante musical, de inspiração
religiosa, que tem como finalidade valorizar e enriquecer as celebrações litúrgicas.
Apresentação
Sr. Pe. José Maria Martins
Agradecimentos:
Pe. José Maria Martins
Pe. Albano Nogueira
Junta de Freguesia de Várzea-Cova
Junta de Freguesia de Aboim
Grupos Corais participantes.
O próximo Encontro de Coros de Natal terá a organização do Grupo Coral e Paroquial de Moreira do Rei.
Orfeão de Ribeiros,
Grupo Coral e Paroquial de Moreira de Rei,
Grupo Coral e Recreativo de Medelo,
Grupo Coral e Paroquial de S. Gens,
Grupo Coral e Paroquial de Estorãos,
Grupo Coral Santa Maria de Varzea-Cova,
Grupo Coral Santa Maria de Ribeiros,
Grupo Coral da Confraria da Senhora das Neves.A Fé ou se apega
Ou se apaga.
Feliz Natal e um próspero Ano Novo é o que a todos desejamos.
F.M.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Ave Maria
Procurei uma flor,
no canteiro junto à estrada,
pra levar a meu amigo,
numa manhã de geada.
Ao frio e ao calor,
s em brilho e sem fulgor,
a flor,
estava toda dobrada.
com amor fiz-me flor
a única que restava.
Levei aroma a café,
com a alma iluminada,
pé ante pé, ao Zé,
sempre foi melhor que nada.
F.M.
no canteiro junto à estrada,
pra levar a meu amigo,
numa manhã de geada.
Ao frio e ao calor,
a flor,
estava toda dobrada.
Sem ter que oferecer,
já dele me aproximava,com amor fiz-me flor
a única que restava.
com a alma iluminada,
pé ante pé, ao Zé,
sempre foi melhor que nada.
F.M.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Festa dos caçadores
Domingo dia 2 de Dezembro de 2012, um grupo bastante
significativo de caçadores do concelho de Fafe, resolveu por algumas horas
esquecer a crise e com alegria celebrar a amizade. A festa convívio, começou
manhã cedo nas magníficas paisagens da
Lagoa, dando inicio à caçada. O almoço e resto do dia foi passado em
Fornelos na propriedade do sr. Carlos Magalhães, onde teve lugar uma deliciosa
churrascada, regada pelo bom vinho da região e ao som da boa musica portuguesa.
A caça, uma das mais antigas atividades do ser humano, tem em Portugal um
número bastante significativo de adeptos. Amantes da natureza, os caçadores são
na sua grande maioria verdadeiros defensores da fauna e flora. Alguns caçadores
presentes no evento, disseram ver nesta atividade uma fuga ao quotidiano, uma
forma de se libertar e abstrair das preocupações do dia-a-dia, sendo o maior
benefício o contacto com a natureza e o convívio com outros caçadores, que vão
conhecendo ao longo do tempo. Dizem a prática deste desporto ser uma mais-valia
nas suas vidas
fotos e e texto, filomena magalhães
fotos e e texto, filomena magalhães
domingo, 18 de novembro de 2012
C.N.E. Núcleo de Fafe
A tomada de posse dos dirigentes da Junta do Núcleo de Fafe do Corpo Nacional de Escutas, para os próximos três anos, decorreu no dia 18 de Novembro de 2012 durante a Eucaristia dominical na Igreja paroquial de Fornelos. Estiveram presentes membros de vários Agrupamentos a nível local, assim como também a nível regional. O Município de Fafe fez-se representar pelo vereador da cultura Dr. Pompeu Martins. O pároco de Fornelos, Pe. Albano Nogueira, novo assistente religioso do Núcleo de Fafe, incentivou durante a homilia os jovens a serem coerentes e a viverem de acordo com a filosofia e os valores que regem a Lei do Escuta, dando testemunho e servindo de exemplo a outros jovens para que sigam pelo mesmo caminho.
O chefe Regional de Braga, João Manuel Lopes Araújo, referiu ser uma preocupação do Movimento Escutista, mas também um grande desafio de todos, dar o seu contributo na educação dos jovens. Atingir essa meta é por si só motivo de grande esperança. Como exemplo de perseverança, citou uma passagem do evangelho de Lucas em que Jesus Cristo dizia a Simão Pedro: «Faz-te ao largo; e vós, lançai as redes para a pesca.» Simão respondeu: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos; mas, porque Tu o dizes, lançarei as redes.» Lucas 5,5.
O chefe do Núcleo de Fafe, Adriano Cunha Pereira agradeceu aos que com ele trabalharam no mandato anterior pela sua entrega e disponibilidade. Agradeceu também ao Município de Fafe a abertura que sempre demonstrou às causas do Mundo Escutista.
Pompeu Martins enalteceu o papel dos jovens na sociedade actual, como defensores dos direitos humanos e do meio ambiente, independente de posições políticas, religiosas ou culturais. Salientou a importância da nossa bandeira e do significado que deve ter para todos nós, como símbolo de Portugal e dos portugueses. Como Jesus Cristo deu a vida pelo ideal de amor que tinha para a humanidade, assim também através dos séculos desde o início da portugalidade, muitos tombaram e deram a vida para que Portugal pudesse ser o país que é hoje, livre e independente.
A população de Fornelos associou-se em grande número a este evento e participou na celebração Eucarística que foi solenizada pelo seu Agrupamento de Escuteiros.
O Escutismo, movimento da Igreja Católica, é uma associação de voluntariado sem fins lucrativos vocacionada essencialmente para formação de jovens à luz do Evangelho e com base no método
criado por Badem Powell, seu fundador.
F.M.
domingo, 11 de novembro de 2012
Em honra de S. Martinho
Um certo dia, em que bastante chovia, um soldado valoroso, apressado seguia, para chegar ao seu destino, à terra onde vivia. Atravessava a serrania a cantar, alegre, a chuva parecia não lhe pesar, só de pensar, nas coisas boas que iria desfrutar, depois de chegar a casa, ao aconchego do lar. Martinho, assim seu nome escrevia, numa curva do caminho, encontrou um homem, que pouca roupa vestia. Com vontade de ajudar, foi obrigado a constatar, ali, naquele lugar, não ter muito que ofertar. Assim pensava, mas, quando do cavalo se apeava, sentiu que no seu coração boa ideia se instalava. A sua capa, larga e quente iria cortar, oferecer metade ao pobre para o agasalhar.
O sol que estava a descansar ficou contente
com tudo o que se estava a passar. Às nuvens, que andavam a regar os campos,
abastecer as fontes, pediu licença para se mostrar, com os seus raios luminosos
tão nobre gesto queria saudar. Ao fim desse dia, quando do horizonte se estava aproximar,
o sol, por mais algum tempo resolveu ficar, a Martinho um pequeno Verão queria ofertar.
E, para que o ocorrido não fosse esquecido, para todos, velhos e novos, se poderem
lembrar, viria, mais tarde, a decretar. No decorrer dos séculos, todos, se
iriam juntar, com frutos da terra, castanhas e vinho, dia 11 de Novembro festejar.
Assim, lá no alto, contente, poderia com mais intensidade brilhar e a todos
alegrar.
Filomena Magalhães
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Horizonte de Liberdade
Numa tarde em que o sol teimava em não se mostrar, Monte Longo atravessou a cidade para visitar as mulheres que sonham em se libertar.
Encostadas à parede, que as estava a amparar, com sorrisos de luar, raios de luz no coração a brilhar, ou lágrimas de mar, lá estavam elas de olhos postos no céu a esperar.
As que na velhice vivem a sabedoria da idade, cheias de graciosidade mostravam em gestos de piedade o caminho, aquela que ainda na flor da idade, tudo quer viver e pouco sabe.
As de meia-idade, com alguma maturidade, por entre as brumas, vislumbravam da janela, junto ao umbral da porta da herdade, uma figura angelical e bela, onde vive a grande comunidade, que seguiu pelos caminhos que conduzem à liberdade.
Uma vez no quarteirão, Monte Longo resolveu nesse mesmo dia visitar o casarão, que viveu durante muito tempo na sua imaginação, onde também estava patente a exposição.
Já no
primeiro andar, chegou-se à janela, estendeu o olhar para o sítio onde em
tempos se costumava sentar, perto do pomar, que na primavera se enchia de
margaridas por entre as ervas verdes a espreitar. Carregadas de flores, com os
frutos nas entranhas a germinar, as árvores, estendiam os ramos para vespas, borboletas
se poisar. De volta ao interior, influenciado pela beleza das obras de arte que
se encontravam ao seu redor, em silêncio entoou, um pequeno hino de louvor.
Deus do Universo, que criaste as flores do pomar, a chuva para as refrescar, o
sol que as vem alimentar, sinto-me grato por tudo que me é dado presenciar, aqui,
ou em qualquer outro lugar.
A rapariga
que estava mais ao perto a observar, deixou cair uma lágrima pela tela a rolar.
Logo transformada em leve brisa, a lágrima ao se evaporar, entrou pelas narinas,
nos corações se foi instalar. Sensibilizadas, por essa onda amistosa que andava
pelo ar, as figuras na parede a representar, foram ganhando vida, aos poucos, saíram
do seu lugar, vieram-no abraçar.
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